REINTEGRAÇÃO JÁ.

                     

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Operação Higia: PF prende suspeito da morte de Anderson Miguel

          ...Suspeito e indiciado na Operação Higia o Advogado Anderson Miguel resolveu entregar seus companheiros dos crimes, participando do privilégio da delação premiada, foi assassinado em seu escritório em Natal.
Histórico
          O empresário Anderson Miguel foi um dos 15 réus na Operação Hígia, que investiga fraudes na contratação de serviços superfaturados pela Secretaria da Saúde do Rio Grande do Norte e repasse indevido aos operadores do esquema fraudulento. Ele era o responsável pela empresa AIG, que prestava serviços de limpeza à Sesap e é investigada por supostas irregularidades nos contratos. Durante depoimento em novembro do ano passado, Anderson Miguel deu detalhes sobre o esquema, confirmou o pagamento de e apontou o advogado Lauro Maia, filho da ex-governadora Wilma de Faria, como um dos principais beneficiados do esquema. Segundo ele, o pagamento da propina tinha como objetivo impedir que o Governo do Estado, através da Secretaria de Saúde, atrasasse o repasse da verba à empresa. No entanto, ele teve sério desentendimento com sua ex-mulher, Jane Alves, também ré na investigação. Em 17 de dezembro, Jane Alves acusou o ex-marido de ter mentido em juízo e também de tentar impedir o segundo interrogatório da ex-mulher, com o auxílio inclusive de um juiz estadual, cujo nome não foi revelado. Antes de ter chegado à Justiça Federal para depor, Jane Alves disse que foi impedida de buscar documentos no escritório pelo próprio Anderson Miguel, que teria feito ameaças à ex-mulher. A principal divergência dos dois nos depoimentos seria a respeito de superfaturamento nos contratos. Anderson Miguel declarou que as empresas dividiam o lucro e passavam parte para os integrantes do esquema, mas não superfaturavam os valores. Devido à denúncia da ré de que teria sido coagida, o juiz Mário Jambo determinou a proibição de qualquer acusado, advogado dos réus, ou representante desses, entrar em contato com Jane Alves sem autorização da Justiça. 
...Continuando... Se confirmado a participação rogo a PF não conduzir o homicida a um presidio qualquer pois se isso for feito ele não vai durar 24 horas mesmo por que tenho absoluta certeza infelizmente sem provas, apenas pelo modus operandi do assassino que é muito provável que quem mandou matar foi um dos envolvidos na operação Higia. Isso é obvio e cabe a PF provar, esse(a) tubarão tem que cair. Acredito que a PF, braço importante da Lei não vai entregar a cabeça desse suspeito em uma bandeja de prata que seria entregá-lo a PC ou PM pois são subordinadas aos maiores envolvidos na operação Higia. Um dia a casa cai.
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