REINTEGRAÇÃO JÁ.

                     

sábado, 12 de maio de 2012

A onça vai beber água.


  
Dia 24 – As últimas horas do presidente 0h Ministro da Guerra. general Zenóbio da Costa, chega ao Palácio do Catete. Traz um ultimato assinado por 27 generais, exigindo a renúncia 0h30 Da sala de despachos. Getúlio manda chamar os ministros. Pega em uma gaveta uma folha datilografada, assina-a e a guarda no bolso. Os demais nem sabiam, mas era a carta-testamento. O presidente sobe para o quarto 1h Ao redor do Catete. barricadas e soldados armados a postos para evitar uma invasão. Getúlio, fumando seu indefectível charuto, desce à Sala de despachos. pega a Caneta-tinteiro que estava sobre sua mesa de trabalho e a entrega ao ministro da Justiça Tancredo Neves, pedindo que ele a guarde como lembrança daqueles dias 3h Getúlio reúne o ministério. (Dos 12 ministros, um, Vicente Rao das Relações Exteriores – não compareceu além deles, estavam presentes a filha do presidente. Alzira, a esposa Darcy e os filhos Lutero e Manoel Antônio. Lá fora, aviões da aeronáutica davam rasantes sobre o Catete 4h Os ministros não chegam a um consenso. Getúlio anota em sua agenda: “Já que o ministério não chegou a uma conclusão, eu vou decidir: (…) entrarei com um pedido de licença”.

4h20 Zenóbio sai apressado, para anunciar a decisão de Getúlio aos demais chefes militares. O presidente sobe para o quarto dizendo que vai tentar dormir um pouco. O ministério continua reunido e Tancredo escreve uma nota a ser divulgada à população 4h45 O ministro Oswaldo Aranha, Alzira e o próprio Tancredo sobem para submeter a nota a Getúlio. O presidente, de pijama de mangas compridas, recebe-os na ante-sala de seu quarto. O país é comunicado, pelo rádio, da decisão presidencial 6h Dois oficiais chegam ao Catete, com uma intimação para Benjamin Vargas, irmão de Getúlio. Ele é acusado de ser o autor intelectual do atentado a Lacerda e se recusa a deixar o palácio. Ele sobe ao quarto do irmão, acorda-o e comunica o ocorrido 7h O telefone toca. É o general Armando de Morais Âncora, que diz a Benjamin que o pedido de licença não era o bastante. Os militares, agora com apoio do próprio ministro Zenóbio da Costa, exigem o afastamento imediato e definitivo de Getúlio 7h30 Benjamin vai ao quarto de Getúlio e lhe comunica a reação dos militares. Getúlio diz que a situação é grave e pede ao irmão que desça ao andar de baixo e traga novas informações a respeito 8h05 Contra seu costume, o presidente sai do quarto de pijama e desce até seu gabinete de trabalho. Um dos assistentes nota que Getúlio volta para o quarto carregando algo volumoso no bolso do pijama: é uma arma – um revólver Colt calibre 32

8h15 Como fazia todas as manhãs, o barbeiro Barbosa entra no quarto de Getúlio. O presidente o dispensa. Diz que quer ficar sozinho para tentar dormir. O filho Lutero descansa em um sofá, na ante-sala do quarto do pai
8h30 O presidente senta na cama, põe o revólver à altura do peito e puxa o gatilho. O tiro acorda Lutero, que é o primeiro a entrar no quarto. Em seguida chegam dona Darcy, o médico Flávio Miguez de Mello e Alzira. Getúlio está com meio corpo para fora da cama, agonizante. 8h35 A arma ficou sobre a cama e, na mesinha de cabeceira, a carta-testamento. Ele morreria ainda deitado, em minutos............................................................

          Acima, as ultimas horas de Getúlio Vargas, Ele e alguns oficiais ditadores são os grandes culpados por estes cem homens injustiçados e vítimas, primeiro de um ato presidencial, um decreto de 1932(prescrição  de valores 5 anos) que só serve para que o Estado de calote em suas dívidas, segundo, oficiais da polícia militar que se achavam donos da PMRN e faziam o que queriam sem até então responder por isso, disse, até então por que esses cem soldados estão determinados, com um grito na garganta prezo a 10, 15, 20 anos ou mais em busca de solução para todas aquelas barbarias que existiam  dentro dos quarteis da PM RN nas décadas de 80 e 90. Eram barbarias sim pois houveram até assassinatos dentro de delegacias, um soldado chegou a ser metralhado e até hoje não houve punição e existem provas. A partir de agora essas coisas vão mudar pois hoje estamos agrupados e organizados e entramos nesta guerra. A constituição será o nosso escudo. Não somos como Getúlio que não aguentou a pressão e se suicidou, nos vamos devolver mil vezes pior qualquer ação de agressão que o Estado tentar contra nós................ESSA semana estaremos reunidos para trassar algumas metas e a partir dessa reunião vamos marcar um reunião com todos os EXPMRN. Manteremos os senhores informados.    


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